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Carta de Intenções

A partir do meu trabalho com a metodologia BIM, figura-se esta carta de intenções, com o objetivo de apresentar as boas práticas do Projeto Integrado, frente a problemática da prática híbrida no processo de projeto, para o alinhamento das expectativas da nossa parceria.

 

É fato incontestável que no processo de projeto tradicional, conforme o projeto avança o custo de realizar mudanças aumenta (2) e a habilidade da equipe de impactar nesse custo é menor (1). Parte desse problema, está associada à falta de gestão de projetos, contudo, mesmo ao aplicar métodos de gestão no desenvolvimento de projetos tradicionais, a produtividade ainda será reduzida, uma vez que a demanda por atividades intelectuais e tarefas braçais aumentam, elevando os custos e afetando a competitividade (3). Assim sendo, erroneamente, as empresas de arquitetura e engenharia, aplicam algumas ferramentas, que fazem parte da metodologia BIM, ao seu fluxo de trabalho tradicional não se dando conta que isto, além de não gerar os benefícios propostos pela metodologia, é contraproducente. É necessário, portanto, conhecer e praticar o próprio fluxo de trabalho da metodologia BIM (4).

Gráfico de Patrick MacLeamy. AIA/HOK

Em resumo, o modelo de negócio Consórcio B|3 para parcerias no Projeto Integrado, parte da prática do método tradicional, onde o maior esforço é aplicado durante a documentação do projeto (3), enquanto na proposta da metodologia BIM, este maior esforço, ocorre durante o detalhamento do modelo (4). Soma-se a isso, que o uso do BIM acelera os processos de decisões que precisam ser tomadas, não apenas relacionadas aos detalhes construtivos e especificações de um determinado projeto, mas também sobre os métodos construtivos que serão utilizados, tornando a prática da metodologia BIM, algo nem sempre fácil de viabilizar, sobretudo, considerando a maneira como são estruturadas a maioria das empresas de arquitetura e engenharia no Brasil.

 

Neste sentido a Parceria para o Projeto Integrado, do modelo de negócio Consórcio B|3, vem propor um caminho para viabilizar o fluxo de trabalho proposto pela metodologia BIM, com base na premissa da responsabilidade, implícita, no que diz respeito ao conhecimento sistêmico adquirido ou viabilizado pela metodologia BIM, pelo fato de sermos nós, os projetistas, efetivamente, o grande elo de toda a cadeia produtiva. Responsabilidade essa tratada, pelo Consórcio B|3, como diferencial competitivo da qual deveremos reconhecer seu valor agregado, ao Projeto Integrado, justamente pelo conhecimento aplicado que se refletirá em benefícios para todos os outros atores da cadeia produtiva.

Segue, nesta carta de intenções, os princípios contextualizados como boas práticas para sua empresa de engenharia, com o objetivo de atender um nível de maturidade BIM suficiente, para as exigências, do Projeto Integrado acontecer.

Implicações nos
modelos de contrato 
 
Plano de Execução do
Projeto Integrado
Capacidade de simular o modelo virtual da construção
Participação nas etapas iniciais e decisórias

Conclusão

Nessa Carta de intenções, apresentei meu posicionamento em defesa da prática do fluxo de trabalho proposto pela metodologia BIM, frente a problemática da prática hibrida no processo de projeto. Procurei persuadi-lo com os argumentos, propostos pelo modelo de negócio Consórcio B|3 para parcerias no Projeto Integrado,  como a única forma de atingir, de fato, os benefícios que a metodologia diz gerar, dentre elas: otimizar o orçamento; alinhamento entre áreas; reduz erros e riscos; induz o cumprimento de prazos; oferece maior confiabilidade aos projetos e controle preciso das obras; maior produtividade e economia de recursos. Benefícios que resultam do monitoramento, desde o início do projeto, que a prática deste fluxo de trabalho oferece.

No Consórcio B|3, o caminho para viabilizar o fluxo de trabalho proposto pela metodologia BIM está estruturado por 4 princípios: Implicações nos modelos de contrato; O Plano de Execução do Projeto Integrado; A capacidade de simular o modelo virtual da construção e a Participação de arquitetos e engenheiros, nas etapas iniciais e decisórias do projeto. Eles vão ajudar sua empresa a alcançar a validação do trabalho multidisciplinar em BIM.

 

Caso se reconheça nestas intenções aqui apresentadas ou seus interesses compartilhem estes princípios para viabilizar seu negócio na metodologia BIM, encontro-me a disposição para avançar para o próximo estágio da parceria no Projeto Integrado, com você.

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